Durante as terapias buscamos sempre as respostas da criança, sejam motoras ou cognitivas.
Estabelecer uma linha de comunicação faz com que a criança se sinta parte do processo e, principalmente, entendida.
Muitas vezes, a criança quer se expressar, quer se envolver, mas não tem os recursos necessários para mostrar o que sente e acaba se expressando da maneira como consegue e essa maneira pode ser o choro, a birra, a apatia, e até mesmo a extensão. Ou seja, problemas secundários aparecem porque a criança não teve o recurso necessário para se expressar.
Geralmente é o fonoaudiólogo de linguagem quem avalia e indica os recursos de comunicação necessários.
